O meu “caso” com o jornal O Estado

O fato é que o primeiro emprego, a primeira carteira assinada, a gente não esquece. Ainda mais quando fica voltando ao local do crime, como se não conseguisse se livrar dessa “coisa”.

[Artigo publicado no livro “Loucos e Memoráveis Anos — o centenário do jornal O Estado”, organizado pelo Laudelino José Sardá e pelo Mário Medaglia em 2015, para a Editoral Unisul]

Durante algumas semanas tinha sido suficiente publicar crônicas no Correio do Estreito. Não era um jornal diário, nem tinha grande circulação, mas isso não importava, porque as crônicas também não eram grande coisa, algumas eram redações escolares que saíram direto do caderno de Português para o jornal. Tá certo que tinham, como endosso, uma boa nota atribuída pelo professor, o Padre Aloísio, do Colégio Catarinense. Mas eram, ainda, apenas composições de um aprendiz.

Mesmo assim, inventei de querer ser lido por um público maior. E o maior jornal, na época, era O Estado. Ainda (mal) impresso em rotoplana, composto em linotipo, mas diário, com grande prestígio na cidade. Com o destemor e a cara de pau que costumamos ter aos 17 anos, subi a escada de madeira que levava à redação, na velha sede do jornal, na esquina da Conselheiro Mafra com a Bento Gonçalves. A escada rangia a cada passo.

Lá em cima, conversei com o Mauro Júlio Amorim, jornalista que mantinha uma página semanal chamada “Plá!”. Gíria corrente, nascida da onda da “jovem guarda”, plá era conversa, bate-papo. E a página conversava sobre teatro, literatura, eventos culturais em geral. Caberia ali uma crônica, como aquelas que levara como amostra? Mauro achou que sim. E a partir dali comecei uma relação com O Estado que duraria 19 anos, com altos e baixos, separações e reatamentos.

Jornalista amador, leitor de O Pasquim, publicava, no final da década de 60, no Colégio Catarinense, jornaizinhos satíricos impressos em mimeógrafo a álcool. O primeiro se chamava O Bafo. Depois de criar alguns problemas, tive que fechá-lo e substituí-lo pelo O Sapo, que irritava os professores da mesma forma. A produção dos jornais também me interessava. Por isso, aos sábados à tarde, ia espiar, por um vidro quebrado numa das janelas das oficinas do jornal O Estado, na ladeira da rua Bento Gonçalves, o jornal sendo feito.

Não era um ponto de vista ruim: ficava no alto e dava pra ver as linotipos e a rotoplana. De vez em quando aparecia por lá o Osmar Schlindwein, que tanto podia ser encontrado na redação quanto na oficina, metendo a mão na tinta. Eu ficava um tempo olhando aquela movimentação. No dia seguinte corria à banca mais próxima, na praça Nossa Senhora de Fátima, no Estreito, a exatos sete minutos de casa, para conferir o resultado. Lá estava, em legítimas “letras de imprensa”, a crônica da semana. Missão cumprida. Agora era só recomeçar o processo.

A edição de 23 de junho de 1970, impressa no sistema “antigo”, com títulos montados com tipos móveis, um a um e o texto composto em linotipo. Fotos eram clichês metálicos, em relevo.

O ESTADO, AGORA EM OFF SET

De tanto publicar crônicas na página do Mauro Júlio Amorim, acabei sendo lembrado quando O Estado, em 1972, pressionado pela chegada do Jornal de Santa Catarina “em off-set”, também comprou novas máquinas e ampliou sua equipe. Redator no Caderno 2, editado pelo Paulo da Costa Ramos, foi meu primeiro emprego, meu primeiro salário, meu primeiro registro na carteira de trabalho.

O caderno de cultura, pra variar, ficava numa sala separada da redação principal. Cuidando das notícias de verdade, locais, nacionais e internacionais, estava um time de primeira, de jornalistas experientes, a maioria gaúchos, alguns dos quais recém-saídos do concorrente JSC. Jorge Escostegui, Nei Duclós, Elaine Borges, Mário Medaglia, Airton Kanitz, pra citar alguns, eram os deuses do olimpo das hard news. Cá no fundo, no rés-do-chão, os catarinenses do caderno de cultura e das tarefas auxiliares, como “pentear” os telex.

Quando os “gaúchos” se rebelaram e saíram do jornal, de repente e de uma só vez, fomos chamados a cobrir as ausências. E num longo dia de trabalho árduo, tivemos que aprender a fazer tudo o que não nos tinha sido permitido aprender. A duras penas e com um atraso considerável, acabamos colocando na rua um jornal feito inteiramente pela “prata da casa”. Literalmente, de um dia para o outro.

O fato de existirem jornalistas que sabiam fazer coisas que eu não sabia e fazer melhor que eu as coisas que eu sabia, me desafiou. E resolvi que iria atrás dessa “expertise”. Quando avisei ao Sérgio da Costa Ramos, o editor do jornal, que iria cursar jornalismo em Porto Alegre, ele riu. Naturalmente, seria um curso de pouca serventia. Afinal, dali a quatro anos o recém-formado talvez conseguisse uma vaga de iniciante, enquanto que, se continuasse, estaria numa posição bem melhor. Não levei muito a sério a advertência e fui embora.

Durante o curso, na PUC-RS, trabalhei quase o tempo todo, em TV, rádio e jornal. Mas não me desliguei completamente de O Estado. Toda semana levava, ao escritório que representava comercialmente o jornal em Porto Alegre, uma crônica, uma coluna de humor, ou outro tipo de colaboração, que era enviada pelo malote para Florianópolis. 

Quando me formei e voltei, em 1976, fui testar a profecia do Sérgio da Costa Ramos e trabalhei como repórter de O Estado até 1978. Pouco depois, convidado pelo Moacir Pereira para participar da comissão que criaria o curso de Jornalismo da UFSC, acabei me envolvendo com esse projeto e me afastei de O Estado por vários anos.

DE VOLTA À CASA, COMO EDITOR

Em 1987 estava longe, em Porto Alegre, como secretário de redação do novo jornal Diário do Sul, quando o José Matusalém Comelli, dono de O Estado, voltou a conversar comigo. Ele me pediu, a certa altura, para comentar o jornal, dizer o que estava achando. Mandei uma longa avaliação e fiz algumas sugestões, baseadas no que tinha aprendido recentemente, em Brasília, como editor geral da EBN e em Porto Alegre, ao participar da operação de montagem de um jornal diário, concorrente da Zero Hora.

Como resultado dessas conversas, Comelli me convidou para editar O Estado. Aceitei o convite e assumi o cargo em agosto de 1987.

Concordei com o Comelli que seria necessário reduzir o número de jornalistas e ele, em princípio, concordou comigo que à redução corresponderia uma melhora salarial dos remanescentes. O objetivo era qualificar a redação e poder contratar os melhores do mercado.

Chamei, para me ajudar a tocar o jornal e a montar a equipe, o Flávio Sturdze, que conhecia bem o mercado profissional, agitado com a chegada do jornal “dos gaúchos” (eu fiquei afastado algum tempo e não conhecia todo o pessoal). Tiramos alguns colegas do Diário Catarinense, mantivemos vários que já estavam na casa e, num dos movimentos que causou mais agitação, porque mexeu com profissionais que já eram conhecidos e respeitados na área, reestruturei a editoria de cultura.

Na secretaria de redação, completando o trio de confabuladores, que iria tentar fazer o jornal andar em novo ritmo, coloquei o Mário Medaglia, um veterano de O Estado e do jornalismo, que era mais conhecido pela sua atuação como editor de esportes e correspondente da Placar.

Fiz o possível, também, para que o Comelli trouxesse de volta o Osmar Schlinwein, que estava no Jornal de Santa Catarina. Eu achava, como ainda acho, que o bom entendimento entre redação e comercial é fundamental. E o Osmar tem, como ninguém, uma visão correta dessa complementaridade e do papel que cada área deve ter num jornal de prestígio.

Fui advertido, mais de uma vez, por colegas mais conservadores, sobre o “perigo” de algumas contratações. Achavam eles que alguns (e algumas) eram excessivamente “rebeldes” e que poderiam criar problemas. Como nosso propósito era montar a melhor redação possível, procurávamos justamente por jornalistas com visão crítica, capazes de se indignar com as injustiças e, naturalmente, que não ficassem indiferentes às notícias.

[Nota: abaixo, depois deste artigo, publico como curiosidade a lista com os nomes de todo o pessoal ligado à redação do jornal, em 1988]

Quanto ao acerto com o Comelli, não deu muito certo. Nem reduzi a redação tanto quanto ele gostaria, nem ele melhorou os salários tanto quanto tinha sido combinado. Mas conseguimos, durante o tempo em que a equipe se manteve trabalhando, dar um “calor” na concorrência e realizar algumas coberturas que nos orgulham a todos.

Uma das mais complexas e bem sucedidas foi a reportagem sobre o sequestro dos dois filhos do Saul Brandalise, na época sócio da Perdigão. Os meninos foram sequestrados em Videira, SC e levados para um cativeiro em Balneário Camboriú. Enquanto estiveram em poder dos sequestradores, o jornal atendeu os pedidos da família e da polícia e não noticiou nada. Mas, claro, acompanhamos toda a movimentação da polícia. O chefe de reportagem Ricardo Garcia, o “foca” Carlos Locatelli, e o fotógrafo Gilberto Gonçalves foram para Videira.

Mais ou menos ao mesmo tempo em que os reféns eram libertados, em Tijucas, ficamos sabendo que os sequestradores tinham sido localizados em Balneário Camboriú. Estavam num prédio de apartamentos, onde foram cercados pela polícia. O Flávio Sturdze lembra que, na época, estávamos empenhados em furar o DC a qualquer custo, e o forte do DC era justamente a editoria de polícia. Eles tinham, além disso, recém contratado o Betinho Hirtz, um repórter policial famoso e respeitado. Seria uma boa briga.

Capas de algumas edições do jornal em 1988

A informação de que o cenário da ação principal fora transferido para Balneário nos chegou mais ou menos no horário de fechamento. O Ricardo Garcia e o Locatelli continuavam em Joaçaba e não teriam como chegar a tempo ao litoral. Como nem eu nem o Flávio acreditamos muito nessa história de especialização de jornalistas, mandamos a Déborah Almada (editora-assistente de política) a Balneário, para reforçar o time, com o repórter Carlos Jung e o editor de fotografia Tarcísio Matos. Combinamos que até às 21h30min ela nos abasteceria de informações, que mandaria de um telefone público (pois é, na época não existia celular), e fomos montando a matéria do cerco e do tiroteio entre bandidos e policiais. Mas a certa altura os contatos cessaram. 

Soubemos depois que o tiroteio apertou e nenhum repórter conseguia sair do abrigo para chegar a um telefone. Como a história estava empolgante e ainda longe do desfecho, resolvi liberar uma edição para o interior e “segurar” o jornal da capital. Continuamos com a cobertura até muito depois da meia-noite, usando um expediente pouco comum. Pegamos uma velha e boa lista telefônica por endereços de Balneário Camboriú e começamos a telefonar, da redação, para vizinhos do prédio onde estavam os bandidos, e eles foram contando, mais ou menos, o que acontecia por lá. Resultado: nossa cobertura foi infinitamente melhor do que a do DC. E tinhamos inaugurado, em O Estado, o tal de “jornalismo cidadão”. Alguns vizinhos foram tão bons “repórteres”, tão solícitos, que no dia seguinte mandei um cartão de agradecimento e uma assinatura anual do jornal de presente.

O “ESFORÇO DE REPORTAGEM”

Uma da coisas que eu mais gostava de fazer era a coluninha “Do Editor”. Uma pequena janela, aberta para os bastidores do jornal, onde eu conversava com os leitores, comentando sobre jornalismo e o dia-a-dia de O Estado.

Na edição em que publicamos a história do tiroteio em Balneário Camboriú, contei para os leitores o que ocorreu. E transcrevo a coluninha aqui, para mostrar como era essa conversa e como foi movimentada aquela madrugada. O reparte do jornal que circulou na capital, como podem depreender do que escrevi, rodou quase no amanhecer.

Do Editor

Tiros e Sustos

Que noite!

Em Balneário Camboriú, tiroteios no mais puro estilo “Intocáveis”. Em Videira, aviões decolando na madrugada, carregados de policiais armados até os dentes. Em Florianópolis, Muda Brasil Tancredo Jazz Band lotando o teatro desta capital ansiosa por uma vida cultural mais agitada.

Pouco depois da meia-noite, o delegado Elói Gonçalves retira, da delegacia do Balneário, a mulher de um dos sequestradores. Atentos, os repórteres deste nosso O Estado, o seguem. Elói vai à toda no Gol branco. Atrás, também num Gol branco – só que com a marca do jornal na porta – o repórter Carlos Jung, a editora-assistente Déborah Almada, o editor de fotografia Tarcísio Matos e, de carona, a repórter Rosana Porto, da Folha de São Paulo. Ao volante, o destemido motorista José Rios.

A perseguição terminou diante de um prédio. O carro de Elói parou, o carro de O Estado parou junto, quase grudado. Até aquele momento não se sabia onde estavam escondidos os sequestradores. E a partir daquele momento ficaram sabendo da forma mais assustadora: começou o tiroteio contra o carro do delegado, que tentou dar uma ré. Atrás, impedindo, o nosso carro, parado. É que o José Rios, as balas zunindo por todos os lados, não conseguia mover o carro. Os segundo pareceram horas, até que ele conseguiu engatar a ré, sair da linha de fogo e liberar o caminho para o outro gol.

A partir daí estavam todos literalmente no centro dos acontecimentos. Mortos de medo de levar uma bala perdida, mas no centro dos acontecimentos.

Tão no centro que tinham muita dificuldade de sair para passar as informações por telefone (os relatos detalhados estão na edição de hoje). Um dos moradores da vizinhança, amigo deste nosso O Estado, supriu essa dificuldade relatando-nos, pelo telefone da sua casa, o que estava vendo e ouvindo.

Em Videira, quando o delegado Renato Hendges e sua equipe levantaram-se, às 3h, para sair em direção ao aeroporto, esbarraram, na porta do hotel, com um “comitê de recepção” formado pelo secretário de redação Ricardo Garcia, pelo repórter Carlos Locatelli, pelo editor-assistente de fotografia Gilberto Gonçalves e pelo motorista Luiz de Assis. Todos prontos a acompanhar os policiais até o aeroporto, para documentar a partida dos policiais catarinenses que foram caçar sequestradores em Curitiba.

Que noite!

DIVERTIDO, MAS SEM FINAL FELIZ

Como essa, ocorreram várias aventuras jornalísticas no período em que fui editor do mais antigo, algumas bem sucedidas, outras nem tanto. Provavelmente muitos dos colegas da época lembram-se de mim apenas como “o cara que proibiu a venda de bebidas alcoólicas na cantina do jornal”. Outros, como “o editor que foi derrubado pela greve dos jornalistas”. Foi um período estimulante e movimentado, mas o final da história foi doloroso.

Os repórteres que Flávio e eu tinhamos trazido para a equipe resolveram, na primeira crise mais séria que enfrentamos, que deveriam proibir a minha entrada e participação na assembléia que discutiria os problemas e uma proposta de greve. Eu acreditava que, ao ouvir as queixas dos colegas, poderia tentar dialogar com a direção. Mas eles não quiseram essa intermediação. E acabaram decidindo, a meu ver intempestivamente, pela greve.

Restou-me, com o Flávio e o Mário, tocar o barco enquanto aguardávamos algum desfecho. Os grevistas não queriam conversa e o patrão, claro, muito menos. Fechamos o jornal por alguns dias, usando basicamente press releases e telegramas de agências de notícias. Até que o Comelli me chamou e pediu-me que começasse a contratar outros jornalistas, para que o jornal voltasse à normalidade.

Expliquei que tinha montado uma equipe com os melhores que existiam no mercado e que não fazia sentido trazer outras pessoas, dispensando a turma original sem qualquer negociação. Diante do impasse, percebi que não tinha mais nada a fazer ali e pedi demissão. No dia 2 de março de 1989 saí de O Estado.

Definitivamente.


QUANTA GENTE!

Quando olho a lista dos jornalistas que trabalhavam na redação de um jornal médio como O Estado, em 1988, espanto-me, em primeiro lugar, com o número de pessoas. Na época nem achava que era uma equipe tão grande, mas hoje é um negócio imenso. Inimaginável, impraticável. E diriam os patrões (como já diziam naquele tempo), “insustentável”.

Acho que estão aí todos e todas que, em algum momento de 1988, fizeram parte da equipe. Não foi por acaso que o pessoal do marketing escolheu, para slogan de uma campanha publicitária, aquela frase pretensiosa (“O melhor do jornalismo está aqui”). A foto da propaganda, que ilustra esta nota, deve ter sido feita depois (ou antes) desta lista que achei nos meus guardados. Na foto aparecem três colegas (Sérgio da Costa Ramos, Sérgio Bueno e Paulo Clóvis Schmitz) que não estão na relação do pessoal. Mas é mais ou menos o mesmo período.

Editor-chefe: Cesar Valente
Chefe de redação: Flávio de Sturdze
Secretária Gráfica: Jucélia Fernandes
Secretário de Redação: Mário Medaglia

Editoria de Política

Editora: Ludmila Souza
Ed. Assistente: Déborah Almada
Repórteres:
Evandro Baron
Linete Braz Martins
Luciana Grillo
Roseméri Laurindo
Urbano Salles

Editoria de Economia

Editor: Jorge Luiz Tyburski
Ed. Assistente: Suzete Antunes
Repórteres:
Denise Christians
Valdir Cachoeira
Sandra Werle
Mauro Pandolfi

Editoria de Esporte

Editor: Danilo Mirales
Editores Assistentes: Mauro Bento Pires e
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Ewaldo Willerding Neto
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Repórter: João Carlos Mendonça Santos

Sucursais

Coordenador: Antônio Kowalski

Nacional/Internacional

Editor: Doroti de Sturdze 

Editoria de Lazer e Cultura

Editora: Liliana Reales
Ed. Assistente: Rossana Espezim
Repórteres:
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Zeni Rates

Editoria de Fotografia

Editor: Olívio Lamas
Ed. Assistente: Gilberto Gonçalves
Repórteres fotográficos:
Alcebíades Muniz
Cláudio Silva da Silva
Luiz Eduardo Vasseur
Marco Cezar Nascimento 

Diagramação

Chefe: Paulo Martins
Sub: Lu Zuê
Edio Pecus Bill Orleans
Wilson Heron Domingues
Paulo Ricardo Della Pasqua

Ilustradores

Clóvis Medeiros
Sérgio Bonson
Fábio Veiga

Colunistas

Luiz Henrique Tancredo
Moacir Pereira
Cláudio Ricardo Silva (Miro)
Zury Machado
Beto Stodieck
Paulo da Costa Ramos 

Apoio

Arquivo
Silvana Coelho
Iria Maria da Silva
Telex
Danísio Cardoso
Marcos Estevão
Secretária
Ivana Rosa 

Pra quem não lilgou os nomes às pessoas, vou identificar quem está na foto.

Em pé, da esquerda: Zury Machado, Flávio Sturze, Sérgio Bueno, Luciano Bittencourt, Fábio Veiga, Bonson, Debrah Almada, Vitor Louzado, Ludimila Souza, Moacir Pereira, Mário Medaglia, Doroti de Sturdze e Sérgio da Costa Ramos. Na fila da frente: Lu Zuê, Carlos de Carvalho Neto, Paulo Clóvis Schmitz, Mauro Pires, Paulo Martins, Paulo Goethe, Zeni Rates, Luiz Henrique Tancredo, Toninho Kowalski e este que vos fala.

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Cesar Valente Escrito por:

Jornalista e designer gráfico catarinense, manezinho, sessentão. Ex uma porção de coisas, mas sempre inventando moda: a mais nova é o mestrado em Jornalismo na UFSC.