O Jornalismo e o buraco da rua
É fácil colocar a foto do buraco de rua no instagram e dar opiniões a respeito. Mas isso é Jornalismo? Instagram é Jornalismo?
É fácil colocar a foto do buraco de rua no instagram e dar opiniões a respeito. Mas isso é Jornalismo? Instagram é Jornalismo?
Provocado pelo livro do Gastão Cassel, resolvi contar também como era a coisa... no meu tempo!
O fato é que o primeiro emprego, a primeira carteira assinada, a gente não esquece. Ainda mais quando fica voltando ao local do crime, como se não conseguisse se livrar dessa “coisa”. [Artigo publicado no livro "Loucos e Memoráveis Anos — o centenário do jornal O Estado", organizado pelo
Um menino às voltas com técnicas e tecnologias. Filho único de família classe média, com pai cirurgião dentista e mãe coletora federal (cargo que equivale hoje ao de auditora da receita federal) vivi desde 1953 em Tubarão, pequena cidade do sul de Santa Catarina (município assinalado no mapa abaixo) cortada,
Estava procurando passagens aéreas de Paris para Shenzhen, no sul da China, mas só encontrei com escala em Pequim (Beijing). Já para Hong Kong, que fica perto, havia vôos diretos. Posentão. Vou contar pra vocês como foi (em 2019) ir pra China via Hong Kong. Estas conversas de viagem que
Neste e em alguns outros posts, vou contar um pouco do que consegui anotar, nos 31 dias que passei na China (em 2019), mais precisamente em Shenzhen, na província que antigamente era conhecida como Cantão (agora Guangdong), ao lado de Hong Kong. . Shenzhen é uma metrópole recente. Como tantas outras
Sim, eu estava na China, mas na parte da China construída para tornar mais fácil e atraente a vida dos estrangeiros. É impossível explicar Shenzhen (sul da China, fronteira com Hong Kong) sem falar um pouco da história recente, que levou aquela região a ser o que é. Um lugar
Hoje vou fazer uma mistureba, um trivial variado, com registros curtos de algumas coisas que me chamaram a atenção. COMO ASSIM? ANDAIMES DE BAMBU? Hong Kong é China, ainda que seja uma China diferente. E no centro de Hong Kong não conseguia tirar os olhos dos prédios que tinham andaimes,
A história das surpreendentes mudanças tecnológicas no processo de produção do jornal catarinense O Estado, em 1972.
As mudanças ocorridas na orientação editorial do jornal, que ficou famoso por suas manchetes escandalosas.
Sou um fã da linotipo. Uma máquina, é verdade, mas com alma de chumbo derretido. Seu charme irresistível vem, talvez, dos ruídos que suas várias partes móveis produzem, ou de sua engenharia impecável, que a fez dominar o mercado, insubstituível e impassível, por tantas décadas. Hoje é apenas uma peça
Numa data qualquer, perdida num passado relativamente remoto, o governo do estado de Santa Catarina fez um grande encontro de jornalistas do serviço público em Lages. Metido que sou e ex-jornalista do serviço público que fui, mesmo sem ter sido convidado resolvi reunir duas ou três coisas que sei
Jornalismo
Tenho a impressão que essa mania que alguns dos velhos jornalistas têm, de falar que "no meu tempo era melhor", não resiste a um exame mais aprofundado. Quer ver? Comecei a trabalhar em jornal na década de 70 do século passado, com a ditadura militar brasileira em pleno
Jornalismo
Claro que o problema do jornalismo não é o papel, ou a falta de. Nos episódios anteriores sobrevoamos algumas questões que nos levam a responder a questão do título com um "claro que não!". E hoje, pra encerrar a série (ainda que esteja longe de abandonar esse assunto)
Jornalismo
Durante séculos a melhor solução para distribuir informações era imprimi-las em papel. Mesmo as notícias sobre os fatos recém acontecidos. O papel é portátil, durável e absorve bem as tintas. Como diz o velho ditado, o papel aceita tudo. Nesta série de três posts, algumas caraminholas sobre o fim
Jornalismo
Sim e não. O papel é útil para muitas coisas mas, nos jornais, faz sentido imprimir as notícias em papel? Nesta série de três posts, algumas caraminholas sobre o fim dos jornais diários impressos em papel. Sinceramente? Acho que não faz sentido imprimir notícias factuais em papel. Mas também acho
MEMÓRIA
Este artigo foi publicado originalmente no livro “Jornalismo em Perspectiva”, organizado pela Maria José Baldessar e Rogério Christofoletti, em comemoração ao cinquentenário do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (2005), editado pelo Sindicato e pela Editora da UFSC. Republico aqui a propósito dos 40 anos que o Curso de Jornalismo
Jornalismo
O anúncio, em 2019, do final das edições impressas dos quatro jornais da NSC (Diário Catarinense, A Notícia, Jornal de Santa Catarina e Hora de Santa Catarina), não surpreendeu. Imagino que todos os que acompanham essa indústria sabiam que isso aconteceria, só não sabiam exatamente a data. Na nota divulgada
AULINHAS
Texto lido (em parte) na aula inaugural do Curso de Jornalismo da UFSC, em 30 de março de 2009, como parte da comemoração dos 30 anos de criação do Curso. Em 2021 o Curso completou 42 anos de fundação. Uma das manias mais chatas que os velhos jornalistas têm, é
CARAMINHOLAS
Resolvi enfrentar essa questão “você termina amizades por causa da política”? Essa pergunta tem sido feita frequentemente no Brasil. Isso, ao que parece, surge depois que as redes sociais se popularizaram e a gente passou a poder, com alguns cliques, deixar de seguir, bloquear, eliminar, manter distância, de “amigos” (e,
PERFIL
Não concordo com o Moacir Pereira, mas ainda acho que merece respeito. Sou amigo do Moacir Pereira desde a década de 1970. Acompanhei, às vezes mais à distância, às vezes mais de perto, sua carreira. Ajudei em atividades do sindicato que ele presidia. Fiz a capa e o prefácio do
CARAMINHOLAS
No primeiro contato que tive com o comunismo ainda era um guri de calças curtas, cursando o primário no Colégio São José, em Tubarão, por volta de 1962. Colégio católico, de freiras da Divina Providência, recebeu com grande alarde um padre que, diziam, tinha conseguido fugir da “Cortina de Ferro”
MEMÓRIA
Último capítulo da série em que mostro os títulos das reportagens publicadas nas três primeiras edições da Revista FAPEU, para informar aqueles que têm pouco contato com a Universidade, que tipo de coisa é feita por lá, além de dar aulas. A Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária
MEMÓRIA
Continuação da série em que mostro os títulos das reportagens publicadas na Revista FAPEU, para informar aqueles que têm pouco contato com a Universidade, que tipo de coisa é feita por lá, além de dar aulas. A Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (FAPEU), dá suporte administrativo a